Caixa Separadora de Água e Óleo: saiba qual o prazo para manutenção e limpeza

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Garantia de que os efluentes não irão contaminar o meio ambiente, a Caixa Separadora de Água e Óleo (CSAO) é um equipamento obrigatório em postos de combustíveis e lava jatos; concessionárias de veículos, oficinas mecânicas independentes ou instaladas em fazendas e indústrias, garagens de ônibus e transportadoras. 

Apenas a CSAO coleta e trata resíduos oleosos livres, sólidos flutuantes e sedimentáveis, e destina esses efluentes para um corpo receptor ou uma rede coletora. No sistema, as impurezas são contidas e a água limpa segue para uma rede coletora. Enquanto isso, os óleos ficam separados em depósitos para que, posteriormente, recebam destinação ambientalmente correta.

Segundo a Resolução Nº 273 de 29 de Novembro de 2000, publicada pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), toda instalação e sistema de armazenamento de derivados do petróleo devem ter o sistema separador. Para além de tê-lo, é preciso que esteja em perfeito funcionamento; e a limpeza periódica é essencial.   

De acordo com o gerente da Sanvale Gestão Ambiental, Ivson Barbosa Cavalcanti, uma CSAO higienizada com maior frequência custa menos ao empresário. “Recomendamos que as empresas agendem entre uma e duas limpezas ao ano, dependendo da operação do sistema. O investimento na destinação do material contaminado é menor e pode ser facilmente diluído no orçamento anual da empresa”, argumenta. 

Outra vantagem é o aumento da vida útil do aparelho. “A sujeira em excesso prejudica a eficiência das placas coalescentes – responsáveis por drenar o óleo da água. E com isso, o sistema fica obsoleto, sendo necessário investir um valor muito mais alto na reparação ou substituição completa do equipamento”, adiciona.

Prejuízos e multas por problemas na Caixa Separadora de Água e Óleo (CSAO)

Desde pequenas oficinas a grandes fazendas, quaisquer negócios que gerem resíduos precisam comprovar a qualidade da água para renovação das licenças de operação e ambiental. Caso seja atestado qualquer vazamento ou contaminação, o custo é caro. O empreendimento pode ter suas atividades encerradas; e a pessoa jurídica sofrer sanções como reclusão, de 1 a 5 anos, e pagamento de multa de até R$ 50.000.000. 

 “A Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), em Petrolina, exige que a limpeza seja realizada por uma empresa especializada, como a Sanvale Gestão Ambiental Integrada, que emite um certificado de destinação dos resíduos. Negócios como ‘limpa fossas’ não se enquadram, pois a natureza desse resíduo exige tratamento específico para descarte; como, por exemplo, a solidificação. O 'limpa fossas' apenas coleta e o mistura com efluente de fossas antes do descarte, o que não é adequado”, explica a coordenadora técnica da Sanvale, Silvia Mariana Barbosa.

A própria instalação de uma CSAO pode ser dimensionada pela Sanvale, com estudo das demandas do negócio. Para mais informações, entre em contato. 

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Visitante Segunda, 22 Outubro 2018
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